quinta-feira, setembro 20, 2007
Homícidio na Pista
Astronauta, se a Sophie Ellis Bextor vê isso, vai haver mesmo homícidio na pista de dança.
quarta-feira, setembro 19, 2007
terça-feira, setembro 18, 2007
Um Dois Três
E já lá vão três singles do último disco dos Interpol, e o terceiro tinha que ter 3 no título.
Interpol - "No I in Threesome"
Interpol - "No I in Threesome"
Novo de Mr. Ed
"You Put A Spell On Me" é o novo single de Ed Harcourt e será incluído num "best of", "Until Tomorrow Then", a ser lançado no início de Outubro.
Vivos Como Ursinhos
Trinta anos depois do lançamento do "Greatest", dos Bee Gees, aí está, pela mão da Rhino, o mesmo disco mas devidamente envernizado, com as remisturas e filtragens do costume mas com quatro remisturas adicionais. Uma delas foi da autoria dos suecos Teddybears e que belo trabalho eles fizeram ao "Stayin Allive". Podem ouvir aqui. Serenela Andrade, já, a ler os números da lotaria e a dançar isto.
Sim, os TeddyBears são os mesmos que convidaram o Iggy Pop para isto:
Sim, os TeddyBears são os mesmos que convidaram o Iggy Pop para isto:
segunda-feira, setembro 17, 2007
Raridade de Fogo
Em 1982, ao vivo, numa estação de televisão, em Boston, os Wall of Voodoo dão vida à sua fenomenal versão de "Ring of Fire", de Johnny Cash. Em Portugal, pela altura que este vídeo foi gravado, só António Sérgio passava os Wall of Voodoo na rádio.
Firmemente Jovens
Quebec est Patrick
Patrick Watson (ver vídeo abaixo) ganhou o prémio de "Artista do Ano", "Compositor do Ano" e de "Melhor Álbum Pop", no Quebec Independent Music Awards. Os Arcade Fire arrecadaram o prémio para "Espectáculo do Ano", "Carrreira Internacional do Ano", e de "Melhor Álbum de Rock Independente". Os Tricot Machine, ver um vídeo abaixo, ganharam o prémio como melhor nova banda.
Podem ver os restantes resultados, no sítio da organização.
Patrick Watson - "The Great Escape"
Tricot Machine "L´ours"
Podem ver os restantes resultados, no sítio da organização.
Patrick Watson - "The Great Escape"
Tricot Machine "L´ours"
Angry Like The Wolf
A propósito de um artigo de Miguel Esteves Cardoso e dos depoimentos de João David Nunes, David Ferreira e Zé Pedro, na edição de hoje do "Público", sobre a saida de António Sérgio da Rádio Comercial, escrevo esta posta.
O António Sérgio, responsável, com Ana Cristina Ferrão, por milhares das melhores horas de rádio sobre música pop/rock alternativa que ouvimos em Portugal, foi enviado para as "boxes" (apesar de ter sido mais para fora da pista) na Rádio Comercial, onde fazia a sua "Hora do Lobo", a horas de lobo e a concorrer com "putos", de outras estações, que cresceram a ouvi-lo, e com outras alternativas, mesmo locais, que não existiam quando ele era o único.
Na minha opinião, e só lhe desejando o melhor que, obviamente, não é manter-se sem emprego, fizeram-lhe um favor. O que estava António Sérgio a fazer na Rádio Comercial? Ele era o último azulejo do que, há muito tempo, foi uma enorme grandiosa composição de talentos, personalidades e doutores dos ouvidos. Hoje, como em tantas outras rádios, a Rádio Comercial não é muito mais do que um conjunto de vozes "giras", adequadas para fazerem vozes de continuidade, de estações de televisão, ou servirem como vozes "oficiais" de operadoras de telemóveis, e pouco mais. É verdade que essas "vozes", mesmo que tenham novos António(s) Sérgio(s) por trás, são domadas pelo paternalismo, da sabedoria computorizada mas feita por homens, da mãe de todas as rádios, essa suprema ditadora de gostos "top 40", a "playlist". Ironicamente, e tristemente, se António Sérgio não voltar à rádio, umas das suas actividades, porque é um profissional e não vive de quanto os outros gostam dele, é, precisamente, emprestar a sua voz a spots de programação da SIC.
António Sérgio é aquele Homem da rádio que, mesmo que muitos já não o ouçam, pelas mais diversas razões, e nenuma delas por o talento de António Sérgio ter desaparecido com vinis debaixo do braço, todos, sem excepção, dizem "foi com o António Sérgio que ouvi estes tipos pela primeira vez..." ou "se não fosse o António Sérgio nunca ouviria a música que ouço hoje".
Felizmente, e estou certo que António Sérgio concordaria comigo, hoje ele já não é o único, ao contrário do que Miguel Esteves Cardoso escreve. Há muitas pessoas, em algumas rádios e em alguma imprensa, com muito talento e conhecimento, muito graças ao caminho que ele começou a abrir há trinta anos, e que, hoje, ao lado dele, são vozes únicas, em união com a sua, para que a música única e rara não se cale.
Estou certo que todos eles diriam: "Obrigado, António, e não te cales. Precisamos de ti."
O António Sérgio, responsável, com Ana Cristina Ferrão, por milhares das melhores horas de rádio sobre música pop/rock alternativa que ouvimos em Portugal, foi enviado para as "boxes" (apesar de ter sido mais para fora da pista) na Rádio Comercial, onde fazia a sua "Hora do Lobo", a horas de lobo e a concorrer com "putos", de outras estações, que cresceram a ouvi-lo, e com outras alternativas, mesmo locais, que não existiam quando ele era o único.
Na minha opinião, e só lhe desejando o melhor que, obviamente, não é manter-se sem emprego, fizeram-lhe um favor. O que estava António Sérgio a fazer na Rádio Comercial? Ele era o último azulejo do que, há muito tempo, foi uma enorme grandiosa composição de talentos, personalidades e doutores dos ouvidos. Hoje, como em tantas outras rádios, a Rádio Comercial não é muito mais do que um conjunto de vozes "giras", adequadas para fazerem vozes de continuidade, de estações de televisão, ou servirem como vozes "oficiais" de operadoras de telemóveis, e pouco mais. É verdade que essas "vozes", mesmo que tenham novos António(s) Sérgio(s) por trás, são domadas pelo paternalismo, da sabedoria computorizada mas feita por homens, da mãe de todas as rádios, essa suprema ditadora de gostos "top 40", a "playlist". Ironicamente, e tristemente, se António Sérgio não voltar à rádio, umas das suas actividades, porque é um profissional e não vive de quanto os outros gostam dele, é, precisamente, emprestar a sua voz a spots de programação da SIC.
António Sérgio é aquele Homem da rádio que, mesmo que muitos já não o ouçam, pelas mais diversas razões, e nenuma delas por o talento de António Sérgio ter desaparecido com vinis debaixo do braço, todos, sem excepção, dizem "foi com o António Sérgio que ouvi estes tipos pela primeira vez..." ou "se não fosse o António Sérgio nunca ouviria a música que ouço hoje".
Felizmente, e estou certo que António Sérgio concordaria comigo, hoje ele já não é o único, ao contrário do que Miguel Esteves Cardoso escreve. Há muitas pessoas, em algumas rádios e em alguma imprensa, com muito talento e conhecimento, muito graças ao caminho que ele começou a abrir há trinta anos, e que, hoje, ao lado dele, são vozes únicas, em união com a sua, para que a música única e rara não se cale.
Estou certo que todos eles diriam: "Obrigado, António, e não te cales. Precisamos de ti."
sexta-feira, setembro 14, 2007
Gus Gal / Eu Não Bebo Reyka mas Gosto dos Anúncios e da Hafdis
Lembram-se dos islandeses Gus Gus? Sim? Então talvez se recordem que havia lá uma menina que dava pelo nome de Hafdis Huld. Ela agora vive em Londres e lançou o ano passado um disco a solo, "Dirty Paper Cup". Ela também participou numa campanha, divertidíssima, da Vodka islandesa Reyka ( a moça no site é ela). Podem ver no site ou abaixo. O seu último vídeo não é nada recente mas vale a pena ver. Chama-se "Tomoko". Se não conhecem, ouçam a sua versão de "Who Loves The Sun" no MySpace.
Reyka Island (com Hafdis Huld) - Anúncio 1
Reyka - Anúncio 2
Reyka - Anúncio 3
Reyka Island (com Hafdis Huld) - Anúncio 1
Reyka - Anúncio 2
Reyka - Anúncio 3
Led Zeppelin Valem 20 Milhões de Acessos
Existiram 20 milhões de tentativas de execução de registros, no site dos Led Zeppelin, para serem incluídos no sorteio da venda de bilhetes para um dos concertos da banda, que se vão realizar, praticamente, 20 anos depois de terem tocado juntos pela última vez.
É do meu ouvido?
Será do meu ouvido ou preciso de ser internado? Consigo ouvir partes do fantástico "John and Mary", por Robert Palmer, no single de lançamento de duas barbies suecas, as Lucky Twice.
Robert Palmer - "John and Mary"
Lucky Twice - Lucky
Robert Palmer - "John and Mary"
Lucky Twice - Lucky
Regresso ao Planeta
Esta noite, os astronautas do Planeta Pop, em noite de rã-trê, regressam ao planeta Incógnito para mais uma noite atrás dos pratos a passar boa música, nova e velha. Quem não aparecer leva uma "tapinha".
quinta-feira, setembro 13, 2007
Modern Love (is Fine Art)
Os Fine Arts Showcase (que é como quem diz, o sueco que vive em Londres e vai à Suécia tocar, Gustaf Kjellvander e convidados) têm um novo single, o segundo, retirado do último disco, "Sings Rough Bunnies". O single chama-se "Modern Love" mas não é "automatic":
quarta-feira, setembro 12, 2007
Sem Explicação Científica
Sim, os National Bank são uma espécie de refúgio emocional, ou anti-stresscional, para Thomas Dybdahl. Falar-vos nos National Bank sem ter falado em Dybdahl é como falar em Adão sem falar em Eva ou falar na Maçã esquecendo a árvore. Dybdahl me perdoe.
A útlima coisa que este Deus norueguês fez a solo foi um disco, para a RykoDisc (desculpem-me a redond-ânsia), e chamava-se "Science"e foi razão para uma digressão americana. Podem ouvir temas do disco no MySpace ou visitar o sítio de Thomas Dybdahl.
Thomas Dybdahl - "Dice" (do disco de 2006 "Science")
Thomas Dybdahl - "From Grace" (do disco de 2002 "That Great October Sound")
A útlima coisa que este Deus norueguês fez a solo foi um disco, para a RykoDisc (desculpem-me a redond-ânsia), e chamava-se "Science"e foi razão para uma digressão americana. Podem ouvir temas do disco no MySpace ou visitar o sítio de Thomas Dybdahl.
Thomas Dybdahl - "Dice" (do disco de 2006 "Science")
Thomas Dybdahl - "From Grace" (do disco de 2002 "That Great October Sound")
National Bank de regresso
Os noruegueses National Bank, de quem coloquei aqui há muito tempo o fantástico "Tolerate", estão de regresso com o single "Let Go". Infelizmente, esta banda, que tem um enorme sucesso no seu país, e assinada pela Universal para a Noruega e França, não têm tido qualquer cobertura por parte da imprensa nacional.
Tha National Bank - "Let Go"
Tha National Bank - "Let Go"
Emma Olha Fogo de Artifício
A cinco dias de chegar ás lojas o disco a solo de Emma Pollock (ex-Delgados?), "Watch the Fireworks", que tal ver o vídeo do single "Acid Test"?
terça-feira, setembro 11, 2007
Coisa Boa
Os That Petrol Emotion foram uma banda fundada por dois manos e ex-membros dos Undertones. Os primeiros discos foram cheios de grandes temas que ainda hoje são irreverentes e originais.
Aqui está uma raridade, graças ao YouTube. Os That Petrol Emotion a tocarem o tema "It´s A Good Thing", ao vivo:
Já agora, fiquem com o vídeo de "Big Decision":
Aqui está uma raridade, graças ao YouTube. Os That Petrol Emotion a tocarem o tema "It´s A Good Thing", ao vivo:
Já agora, fiquem com o vídeo de "Big Decision":
A Arte da Guerra
Não, os Art of Fighting não são do Japão nem têm uma história distante como a de Sun Tzu. Eles são uma banda australiana com actividade há doze anos mas com apenas trÊs discos editados. O último, "Runaways", foi lançado em Março e "Mysteries" (abaixo) é o segundo vídeo/single deste disco.
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