
Esperança é o que eles têm! Hope of the States têm novo vídeo, "Sing It Out", no MySpace. Sim, não gosto do vídeo. O tema é ok (sem vídeo).
versão 2.0 (o REGRESSO) versão 1.0 (Jul. 2003 -> Out. 2004) e-mail










Hallo Alex -
what can I say xept thank you so much for your very kind thought, and actions
Not doing gigs of course, I don't actually meet or even know on the whole who's out there keeping an ear out for what I've been doing, so it's a relief to get such amiable feedback.
I dare not get too distracted, though: I'm still struggling to get the next things done, etc.
Besides, I'm vain enough already, in my little way! You ask Alfie!
RW
PS. I hope people'll understand that if I don't respond it's just that my communication methods are still stuck in the deep recesses of the Twentieth century!
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Wyatt no MySpace, por Alex.
Estou bastante descrente sobre a actuação de Gary Numan em Portugal, como noticiado em diversos sítios portugueses (Disco Digital , Pavilhão Atlântico, ...) e em alguns blogs, como no Planeta Pop e no Sound+Vision. Penso que isso só será possível se ele não usar o seu equipamento e tocar de guitarra ao peito, que além de rídiculo é improvável. Ele não é propriamente uma estrela do momento como um Jack Johson que pode vir tocar a Portugal apenas com uma escova de dentes na mala.

São da cidade de Nova Iorque e chamam-se Ropes. Mais não sei.

A beleza não se esgotou no primeiro disco de Megan Reilly. Ela que foi, no início, apadrinhada por Steve Shelley (Sonic Youth), que a apresentou a diversas pessoas do meio, algumas delas, como Steve Goulding (Mekons), Tony Maimone (Pere Ubu), que viriam a ser alguns dos músicos que tocaram consigo em estúdio e a têm acompanhado. Têm mais detalhes aqui.









Os outros, os Flesh For Lulu, é que cantavam essa do "Postcards From Paradise" mas lembrei-me dessa, a propósito desta, "Postcards From Italy", do disco, "Gulag Orkestar", dos Beirut, que sai amanhã. "Mount Wroclai (Idle Days)" é outro tema do disco que podem já ouvir.



Eu, que não sou fã de hip-hop, confesso que alguns projectos nacionais têm-me supreendido. E a surpresa é, não tanto nas letras, que, infelizmente, a maioria, são, na minha opinião, é claro, de uma pobreza que dá para desejar que a rapaziada não desista de ler, estudar e aprender, mas nas ideias, nas misturas e nos sons que servem de fundo para as vozes.



